Ciência, Verdadeira e Falsa, e a Revelação

 A Geologia sem a História Bíblica Não Prova Nada — Geólogos céticos declaram que o mundo é muitíssimo mais velho do que ensina o registro bíblico. Eles rejeitam o relato bíblico por causa de coisas, que são para eles evidências tiradas da própria Terra, de que o mundo existe há dezenas de milhares de anos. E muitos que professam crer no relato bíblico não sabem o que dizer para explicar as coisas maravilhosas que são encontradas na Terra, a partir da visão de que a semana da criação foi de apenas sete dias literais, e que o mundo possui agora somente seis mil anos. Estes, para se livrarem das dificuldades colocadas diante deles por geólogos céticos, adotam a opinião de que os seis dias da criação foram períodos vastos, indefinidos e que o dia de descanso de Deus foi outro período indeterminado, tornando sem sentido o quarto mandamento da santa lei divina. Alguns avidamente aceitam esta posição, porque ela destrói a força do quarto mandamento, fazendo-os sentirem-se livres da responsabilidade que recai sobre eles. Os mesmos têm ideias limitadas do tamanho dos homens, animais e árvores antediluvianos e das grandes mudanças que tomaram lugar na Terra.

Ossos de homens e animais são encontrados nas montanhas e vales, mostrando que homens e animais maiores já viveram na Terra. Foi-me mostrado que animais muito maiores e poderosos existiram antes do dilúvio e hoje não existem mais. Algumas vezes, instrumentos de guerra e árvores petrificadas são encontrados. Pelo fato de os ossos dos seres humanos e dos animais encontrados na Terra serem superiores aos dos homens e animais de hoje, ou daqueles que viveram em muitas gerações passadas, alguns concluem que o mundo é mais antigo do que consta em qualquer relato bíblico, que foi povoado muito tempo antes dos registros da criação, por uma raça de seres humanos muito superiores em tamanho aos homens que hoje vivem sobre a Terra.

Foi-me mostrado que sem a história bíblica a Geologia não pode provar nada. Vestígios encontrados na Terra dão prova de condições que em muitos aspectos diferem do presente; mas o tempo em que essas condições existiram na terra apenas pode ser descoberto pelo Registro Inspirado. Pode parecer inocente conjeturar além da história bíblica, uma vez que nossas suposições não contradizem os fatos encontrados nas Sagradas Escrituras, mas quando os homens deixam a Palavra de Deus com respeito à história da criação e buscam analisar a obra criativa de Deus através de princípios naturais, colocam-se num oceano de incertezas sem limites. Deus nunca revelou aos mortais exatamente como concluiu a obra da criação em seis dias literais. As obras da criação são tão incompreensíveis quanto à Sua existência …

A Palavra de Deus é-nos dada como lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminho. Aqueles que a deixam de lado e procuram perscrutar os maravilhosos mistérios de Jeová, segundo as suas próprias filosofias cegas, tropeçarão em trevas. Um guia foi dado aos mortais através do qual podem entender a Deus e Suas obras, tanto quanto necessitarem. A Inspiração, ao nos apresentar a história do dilúvio, explicou mistérios grandiosos que a Geologia, independente da Inspiração, nunca o faria.

É obra especial de Satanás levar o homem caído a se rebelar contra o governo de Deus, e ele tem sido bem sucedido em seus esforços. Ele tem tentado obscurecer a lei de Deus, que é, em si mesma, muito clara, bem como manifesta um ódio especial contra o quarto preceito do decálogo, porque este define o Deus vivo, o Criador dos céus e da Terra. Os preceitos mais retos de Jeová são distorcidos, cedendo lugar a fábulas incrédulas.

O homem será deixado sem desculpa, pois se ele deseja crer, Deus deu evidência suficiente sobre a qual sustentar a fé. Nos últimos dias, a Terra será quase destituída de fé verdadeira. Sobre a mais simples pretensão, a Palavra de Deus será considerada sem confiabilidade, enquanto que o raciocínio humano será aceito, embora esteja em oposição aos fatos claros da Escritura. Os homens se esforçarão para explicar por meio de causas naturais a obra da criação, as quais Deus nunca revelou. Mas a ciência humana não poderá desvendar os segredos do Deus do céu e explicar as obras estupendas da criação que foram um milagre do poder do Onipotente, nem mesmo revelar como Deus veio à existência.

“As coisas não reveladas pertencem ao Senhor nosso Deus; mas as reveladas pertencem a nós e a nossos filhos para sempre”. Homens que professam ser ministros de Deus, erguem suas vozes contra a investigação da profecia, apregoando às pessoas que as profecias, especialmente as de Daniel e João, são obscuras e que não podemos entendê-las. Mas alguns desses mesmos homens que se opõem à investigação da profecia por ser obscura, avidamente aceitam as especulações de geólogos que contestam os registros mosaicos. Mas, se a vontade revelada de Deus é tão difícil de ser compreendida, certamente os homens não deveriam apoiar sua fé em meras especulações com respeito àquilo que Deus não revelou. Os caminhos de Deus não são os nossos caminhos, nem os Seus pensamentos são os nossos pensamentos. A ciência humana nunca poderá explicar as obras maravilhosas dEle. Deus fez com que homens, animais e árvores, muitas vezes maiores do que os que estão hoje sobre a Terra, e outras coisas, fossem ser enterradas por ocasião do dilúvio, e lá permanecessem como prova ao homem de que os habitantes do antigo mundo pereceram num dilúvio. Deus desejava que a descoberta destas coisas na Terra fortalecesse a fé da humanidade na história  inspirada. Todavia, o homem com seu vão raciocínio, fez mau uso das evidências providas por Deus para exaltá-Lo, incorrendo no mesmo erro que os antediluvianos — as coisas que Deus deu a eles como benefício, transformaram-nas em maldição, ao fazerem mau uso delas. 3SG, págs. 91-96 (1864).

Declarações de 1880 a 1889

Os Cientistas Se Veem Perdidos Quando Tentam Separar a Natureza do Poder de Deus — Quando os cientistas procuram separar as obras da natureza da manifestação imediata e constante do poder divino, eles estão num mar sem bússola … Os céticos podem multiplicar as dúvidas, zombadores podem zombar, mas o verdadeiro cristão repousa tranquilamente em Deus, na certeza de que Ele recompensará a todos que, diligentemente, O buscarem. ST, 11 de novo de 1880.

Os Problemas do Infinito Não São Solucionados Separados da Revelação — A mente finita, ávida em seu desejo de satisfazer a curiosidade e resolver os problemas da eternidade, negligencia seguir o rumo claro indicado pela vontade revelada de Deus e perscruta os segredos não revelados desde a fundação do mundo. O homem constrói suas teorias, perde a simplicidade da fé verdadeira e torna-se demasiadamente importante para acreditar nas declarações do Senhor, resguardando-se com conceitos próprios. ST, 14 de abril de 1881.

O Perigo da Exaltação da Razão Humana sobre a Revelação — Outro pecado da mente é o de exaltar e deificar a mente humana em detrimento da divina revelação. Aqui, também, nós temos que “cingir os lombos da mente”. Vivemos numa época em que a mente dos homens está sempre em busca de algo novo; este desejo é louvável, se corretamente direcionado e mantido dentro dos limites apropriados. Deus tem-nos dado, por meio de Suas obras criadas, o suficiente para estimular o pensamento e motivar a investigação. Não é Seu desejo que os homens sejam menos perspicazes, menos inquiridores ou menos inteligentes, mas com todas as nossas ambições e em todas as nossas pesquisas, deveríamos nos lembrar de que a arrogância não é grandeza, nem o conhecimento, presunção. O orgulho humano é uma evidência, não de força, mas de fraqueza e revela não a sabedoria, mas a tolice. A exaltação excessiva da mente é desprezível; colocar o humano em oposição ao Divino é torná-lo desprezível. ST, 13 de abro de 1882.

Sem a Iluminação da Revelação, a Mente Mais Profunda se Torna Confusa em Sua Investigação da Obras do Criador — Aqueles que não têm vital conexão com Deus são jogados para lá e para cá, apegando-se sempre a opiniões de homens sábios que se sentam em julgamento sobre Deus, Suas obras e caminhos. Mentes finitas e débeis pesam a Palavra de Deus em balanças humanas. A sabedoria destes assim chamados grandes homens é tolice para Deus, pois foram cegados pelo deus deste mundo. Unicamente aqueles que estão dispostos a serem considerados tolos aos olhos destes sábios homens do mundo, terão a sabedoria divina. Deus não habitará com aqueles que rejeitam a Sua verdade, pois todo aquele que ignora a verdade, ignora o Seu Autor …

Como podem aqueles que se acham destituídos de divina iluminação possuir ideias acertadas quanto aos planos e aos caminhos de Deus? Eles O negam inteiramente e passam por alto Sua existência, ou limitam-Lhe o poder segundo suas próprias finitas concepções.

O que tenho visto das coisas eternas, bem como o que tenho testemunhado da fraqueza da humanidade, como Deus tem apresentado para num, tem-me impressionado profundamente o espírito e influenciado a obra de minha vida. Não vejo motivo algum para que o homem seja louvado ou glorificado. Não vejo razão alguma para que as opiniões dos sábios mundanos e dos chamados grandes homens mereçam confiança e sejam exaltadas. Aqueles que estão ligados com o Deus infinito são os únicos que fazem um uso apropriado de seu conhecimento ou do talento confiado a eles pelo Criador onisciente. Nenhum homem realmente excederá em conhecimento e influência, a menos que esteja ligado com o Deus da sabedoria e poder.

A verdadeira evidência do Deus vivo não se encontra meramente na teoria; acha-se na convicção que Deus nos escreveu no coração, iluminada e explanada por Sua Palavra. Acha-se no poder vivo das obras que criou, vistas por olhos iluminados pelo Espírito Santo. A preciosa fé inspirada por Deus dá força e nobreza ao caráter. Os poderes naturais são ampliados por causa da santa obediência. Todas as filosofias da natureza humana têm conduzido à confusão e vergonha quando Deus deixou de ser reconhecido como tudo em todos …

Os mais profundos intelectos do mundo, quando não iluminados pela Palavra de Deus, se tornam confusos e perdidos enquanto tentam investigar questões de ciência e revelação. O Criador e Suas obras estão além da compreensão finita; e como os homens não conseguem explicá-los pelas leis naturais, a história bíblica é considerada duvidosa. Muitos estão tão prontos para excluir a Deus do exercício de (Sua) soberana vontade e poder na ordem estabelecida do universo, que rebaixam o homem, a mais nobre das Suas criaturas. As teorias e especulações da filosofia fazem-nos acreditar que o homem surgiu gradualmente, não meramente de um estado selvagem, mas de uma forma mais baixa da criação bruta. Tais  teorias e especulações destroem a dignidade do homem porque não admitem o poder miraculoso de Deus.

Deus tem permitido que uma torrente de luz incida sobre o mundo nas descobertas da ciência e da arte; mas aqueles que prelecionam e escrevem sobre esses assuntos meramente do ponto de vista humano, certamente chegarão a conclusões erradas. Os espinhos do erro, ceticismo e infidelidade são disfarçados ao serem cobertos com as vestimentas da filosofia e da ciência. Satanás tem criado esta maneira engenhosa de atrair almas para longe do Deus vivo, da verdade e da religião. Ele exalta a natureza acima de Seu Criador.

Atualmente, a única segurança está em sentir a importância da relação entre cultura religiosa e educação geral, por meio da qual podemos escapar da maldição do conhecimento não santificado. Todo esforço deve ser empreendido na educação da juventude a fim de impressionar-lhe a mente com o amor e o poder da verdade como em Jesus. Quando o véu que separa o tempo da eternidade for removido, então virá a muitas mentes a clara percepção da política da sabedoria humana em comparação com a palavra segura da profecia. Toda a verdadeira educação conduz à harmonia com Deus e à obediência a Ele. Quando aquilo que parecia incompreensível tornar-se uma luz brilhante vinda do trono de Deus, a alma será preenchida com grandioso assombro que jamais fora visto e compreendido.

Cristo e o Pai estão continuamente operando através das leis da natureza. Aqueles que divagam sobre as leis da matéria e da natureza, seguindo o próprio conhecimento limitado e finito, perdem de vista (se não negam) a contínua e direta atuação de Deus. Muitos se expressam de forma que dão a ideia de que a natureza se opõe ao Deus da natureza, agindo por sua própria conta e limite. Muitos fazem uma forte distinção entre o natural e o sobrenatural, sendo o natural atribuído a causas comuns, não ligadas com a interferência de Deus. O poder vital é atribuído à matéria, e a natureza é deificada. Concebe-se que a matéria é posta em certas relações e abandonada a agir segundo leis fixas, em que o próprio Deus não pode interferir; que a natureza está dotada de certas propriedades, e sujeita a leis, e é então abandonada a si mesma para obedecer a essas leis, e realizar o trabalho que lhe foi originalmente atribuído. Isso é ciência falsa; nada há na Palavra de Deus que o confirme. Deus não anula as Suas leis, mas está continuamente operando por meio delas, usando-as como instrumentos Seus. Elas não atuam por conta própria.

Deus está perpetuamente atuando na natureza. Ela é serva Sua, por Ele dirigida como Lhe aprazo Por sua atuação, a natureza testifica da presença sagaz e da intervenção ativa de um Ser que procede em todas as Suas obras em conformidade com Sua vontade. Não é por meio de uma faculdade original inerente à natureza que ano após ano a Terra produz as suas dádivas, e prossegue em sua marcha em redor do Sol. A mão do infinito poder está perpetuamente em atividade, guiando este planeta. É o poder de Deus, exercido momento a momento, que o mantém em posição na sua rotação. O Deus do Céu trabalha continuamente. É pelo Seu poder que a vegetação cresce, que cada folha brota e toda flor desabrocha. Não é como resultado de um mecanismo que, uma vez posto em movimento, continue a funcionar, que o pulso bate e respiração se segue a respiração. Em Deus vivemos, nos movemos e existimos. Cada respiração, cada batimento do coração constitui prova contínua do poder de um Deus onipresente.

Deus é que faz o Sol surgir no céu. Ele abre as janelas do céu e dá a chuva. Ele faz crescer a vegetação sobre os montes. Ele “dá a neve como lã, esparge a geada como cinza”. (Sal. 147:16). “Fazendo Ele soar a Sua voz, logo há arruído de águas no céu … Ele faz os relâmpagos para a chuva, e faz sair o vento dos seus tesouros”. (ler, 10:13). Embora o Senhor terminou sua obra na criação, Ele está constantemente empenhado em suster e usar, como servas Suas, as coisas que criou. Disse Cristo: “Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também.” (Jó 5:17). 3TS, pág. 260.

Homens da maior inteligência não podem compreender os mistérios de Jeová revelados na natureza. A divina inspiração formula muitas perguntas às quais o mais sábio não sabe responder. Essas perguntas não foram feitas para que eles as respondessem, mas para chamar-nos a atenção para os profundos mistérios de Deus, e ensinar-nos quão limitada é nossa sabedoria; que no ambiente de nossa vida diária, muitas coisas existem além da compreensão das mentes finitas; que o discernimento e propósitos de Deus excedem a pesquisa. Sua sabedoria é inescrutáve1. Se Ele se revela ao homem é envolto em nuvem densa de mistério. O propósito de Deus não é revelar-se ao homem mais do que já se fez conhecido. Pudessem os homens entender plenamente os caminhos e obras de Deus, e então não creriam nEle como um Ser infinito. Sua sabedoria, razões e propósitos não são para ser compreendidos pelo homem. “Quão inescrutáveis os Seus caminhos!” (Rom. 11:33). Seu amor não pode nunca ser explicado por princípios naturais e se pudesse ser feito, não sentiríamos que poderíamos crer nEle com toda nossa alma.

Os céticos recusam-se crer em Deus, porque com sua mente finita não podem compreender o infinito poder com que se revela aos homens. Mesmo o mecanismo do corpo humano não pode ser plenamente compreendido; apresenta mistérios que desconcertam o mais inteligente. Uma vez que a ciência humana não pode em suas pesquisas explicar os caminhos e obras do Criador, os homens duvidam da existência de Deus e atribuem poder infinito à natureza. A existência de Deus, Seu caráter, Sua lei, são fatos que todo homem de intelecto elevado não pode refutar. Negam as advertências divinas e negligenciam o interesse de suas almas, porque não podem compreender Seus caminhos e obras. No entanto, Deus está sempre procurando ensinar os homens finitos que eles podem exercitar fé nEle e se entregarem completamente em Suas mãos. Toda gota de chuva ou floco de neve, cada haste de grama, folha, flor e arbusto, testifica de Deus. Essas pequeninas coisas, tão comuns em torno de nós, ensinam a lição de que nada escapa à consideração do infinito Deus, nada é insignificante demais para a Sua atenção.

Deus deve ser reconhecido mais pelo que Ele não revela de Si, do que por aquilo que é revelado para nossa compreensão limitada. Se os homens pudessem compreender a sabedoria inescrutável de Deus e pudessem explicar aquilo que Ele fez ou pode fazer, eles não O reverenciariam ou temeriam Seu poder. Na revelação divina, Deus deu aos homens mistérios que são incompreensíveis para lhes provar a fé. Assim deve ser. Se os caminhos e obras de Deus pudessem ser explicados por mentes finitas, Ele não seria supremo. Os homens sempre precisam estar pesquisando, sempre aprendendo; contudo, há um infinito além. A luz está brilhando, sempre brilhando com brilho crescente sobre nosso caminho, se nós tão somente caminharmos nos Seus divinos raios. No entanto, não há escuridão mais densa e impenetrável do que aquela que segue a rejeição da luz do céu, independente da forma que se apresenta.

Podem os homens compreender Deus? Não. Eles podem especular com respeito aos Seus caminhos e obras, mas somente como seres finitos. A pergunta é feita pelo Senhor através de Seu profeta: (Isa. 40:12-18, 21-31 citado.) MS4, 1882, págs. 26- 30.

Mentes Finitas Não Devem Testar a Bíblia por Seu Padrão — Para muitos, a pesquisa cientifica se tornou uma maldição, pois suas mentes finitas são tão fracas que perderam o equilíbrio. São incapazes de harmonizar com as declarações das Escrituras suas opiniões sobre a Ciência e julgam que a Palavra de Deus deve ser provada pelos ensinos da “falsamente chamada ciência”. (I Tim. 6:20). Dessa forma, se desviam da fé, e são seduzidos pelo diabo. Os homens têm-se esforçado por ser mais sábios do que o seu Criador; a filosofia humana tem tentado devassar e explicar mistérios que jamais serão revelados por todas as eras eternas. Se os homens tão somente pesquisassem e compreendessem o que Deus tornou conhecido a respeito de Si mesmo e de Seus propósitos, obteriam uma perspectiva tal da glória, majestade e poder de Jeová, que se compenetrariam de sua própria pequenez, contentando-se com aquilo que foi revelado para eles mesmos e seus filhos. ST, 2 de abro de 1885, GC, págs. 522 e 523.

Onde os Anais Humanos Não Lançam Luz — Há uma história de valor inestimável e de profundo interesse (na Palavra de Deus). A luz da revelação brilha claramente no longínquo passado sobre o qual os anais humanos não lançam nenhum raio de luz RH, 22 de set. de 1985.

Deus Nunca Removerá Ocasiões de Dúvida — Ninguém precisa permanecer na incerteza ou dúvida. Sempre há evidência suficiente sobre a qual fundamentar uma fé inteligente. Mas Deus nunca removerá de qualquer homem ocasiões para a dúvida. Aqueles que amam habitar numa atmosfera de dúvida e incredulidade têm um privilégio nada invejável e todo aquele que se volta contra o peso da evidência porque julga haver umas poucas coisas que não pode claramente compreender através de seu entendimento finito, será deixado numa atmosfera fria, insensata de descrença e ceticismo e naufragará na

sua fé. ST, 30 de dez. de 1886.

Mistérios Inexplicáveis pela Mais Profunda Filosofia — Há homens que se gabam orgulhosamente de só crer naquilo que compreendem, mas a loucura de sua vã sabedoria é aparente a toda mente pensante. Há mistérios na vida humana e na manifestação do poder de Deus nas obras da natureza — mistérios que a mais profunda filosofia, as mais extensas pesquisas são incapazes de explicar. ST, 23 de novo de 1888.

Declarações de 1890 a 1899

Não Há Harmonia entre os Assim Chamados Falsos Cientistas e a Bíblia — Os homens tomam os escritos dos assim chamados falsos cientistas e procuram harmonizar suas deduções com as afirmações da Bíblia. Onde, porém, não há acordo, não pode haver harmonia. RH, 24 de novo de 1891, FEC, pág. 181.

Satanás Procura Exaltar a Ciência acima da Bíblia — A assim chamada ciência, razão e poesia humana, não pode continuar como se tivesse a mesma autoridade da revelação, mas é propósito planejado de Satanás exaltar as máximas, as tradições e invenções humanas ao mesmo nível da autoridade da palavra de Deus. Ao realizar tal exaltação, eleva as palavras do homem a um nível de supremacia. RH, 20 de Nov. de 1894.

Como o Céu Vê as Especulações das Mais Elevadas Mentes — A associação com homens instruídos é tida por alguns em mais alta estima que a comunhão com o Deus do Céu. As declarações dos sábios são consideradas de mais valor que a mais elevada sabedoria revelada na Palavra de Deus. Enquanto, porém, a incredulidade levanta orgulhosamente a cabeça, o Céu contempla com desprezo a vaidade e a insignificância do raciocínio humano, pois o homem em si e por si mesmo é vaidade. Todo o mérito, toda a dignidade moral dos homens tem pertencido a eles simplesmente através dos méritos de Jesus Cristo. Que são, então, as especulações das mentes mais elevadas dentre os maiores homens que já viveram? Não obstante, os homens colocam seu raciocínio humano à frente da revelada vontade de Deus, e apresentam ao mundo o que eles afirmam ser sabedoria mais elevada que a do Eterno. YI, 7 de fev. de 1895, FEC, pág. 331.

Sem a Bíblia Seríamos Levados a Conjeturar sobre a Criação do Mundo — A Bíblia é uma história que nos conta a criação do mundo, e nos revela os séculos passados. Não fora ela, e seríamos deixados a conjeturar e formar fábulas quanto aos acontecimentos do remoto passado. CP, pág. 421 (1896).

Toda Verdadeira Ciência Provém do Deus da Ciência — Um mundo cético, que fala e escreve sobre educação elevada, fala de coisas sobre as quais não compreende. Não percebem que a verdadeira e elevada educação envolve um conhecimento mais perfeito de Deus e de Jesus Cristo, a quem Ele enviou. Há poucos que entendem que toda verdadeira Ciência humana provém do Deus da Ciência, e que Deus demonstra para o mundo que Ele é rei acima de tudo. MS, pág. 36, 1896.

Homens Talentosos, Mas Orgulhosos, Colocam A Ciência acima do Deus da Ciência — Eles (homens talentosos que são a imagem de Cristo) se vangloriam de sua ciência e filosofia, e colocam-nas acima de Cristo, o Deus da Ciência e da verdadeira filosofia. ST, 28 de jan. de 1897.

Na Linguagem que o Homem Pode Compreender — O sofisma com respeito à criação do mundo num período de tempo indefinido, é outra das falácias de Satanás. Deus fala à família humana numa linguagem que ela pode compreender. Ele não deixa os assuntos tão indefinidos que os seres humanos venham a compreendê-los conforme suas teorias. Carta 31, 1898.

Necessidade de Vigilância com Respeito à Geologia e Outros Ramos da Assim Chamada Falsa Ciência — Este é o ponto onde jaz a fraqueza de milhares hoje. Colocam o homem finito onde Deus deveria estar e é onde perdem uma grande riqueza de experiência. Eles apropriam-se do espírito do mundo; agem como o mundo age, e falam como fala o mundo. Recebem suas crenças, tradições e sentimentos de incredulidade como verdade e quando alguma coisa nova é introduzida, agarram-se a ela com avidez. Olham para aquilo que não passa de restolho como se fosse o maná que vem do céu. São influenciados por ideias e sentimentos humanos de professos cristãos que estão longe de serem cumpridores da palavra …

Temos de guardar-nos continuamente contra os enganos com respeito à geologia e outros ramos da ciência, falsamente assim chamada, que não têm nenhuma semelhança com a verdade. As teorias dos grandes homens precisam ser peneiradas cuidadosamente, para excluir o mínimo traço de sugestões ateístas. Uma pequenina semente lançada por professores de nossas escolas, acolhida pelos estudantes, suscitará uma colheita de incredulidade. RH, 1° de mar. de 1898.

Declarações de 1900 a 1912

A Natureza Só Pode Ser Verdadeiramente Entendida Quando Deus, Pelo Seu Espírito, Santifica a Observação — Ele que criou o mundo e fez as altas montanhas, que abriu as fontes do grande abismo, que formou as poderosas rochas e as altas árvores, deu poder ao homem para apreciar estas maravilhas da Terra e céu, capacitou-o para entender as lições tiradas destas maravilhas através de Cristo. Mas a inteligência humana nunca poderia ter originado estas lições e nem pode o homem entendê-las, a não ser através do Espírito Santo de Deus que santifica a observação … Pouca confiança deve ser colocada no raciocínio humano. Se Cristo estivesse no mundo hoje, os imaturos jovens nas escolas estariam tagarelando insensatamente com Ele sobre a assim chamada ciência. No entanto, Cristo responderia: “Ninguém pode servir a dois senhores.” (Mat. 6:24).

As montanhas, os rios, as pedras, estão repletas de verdade. Eles são nossos professores. No momento em que o Senhor propõe que a natureza fale, ela solta sua voz com lições de sabedoria celestial e de eterna verdade. Mas a raça caída não compreenderá. Imagina se que as leis da natureza controlam o Deus da natureza. Os corretos ensinamentos não podem impressionar as mentes daqueles que não conhecem a verdade ou a Palavra de Deus. RH, 3 de julho de 1900.

Porque as Obras de Deus Não Podem Ser Explicadas Pelas Mentes Finitas, Muitos Duvidam — Há muitos hoje que tomam posição ao lado da incredulidade, como se duvidar fosse uma virtude ou sinal de uma grande mente. Porque as obras de Deus não podem ser explicadas pelas mentes finitas, Satanás apresenta seus sofismas para suplantá-las e envolvê-las nas malhas da incredulidade. Se esses indecisos estivessem em comunhão íntima com Deus, Ele tornaria Seus propósitos claros para a compreensão desses duvidosos. YC, 21 de mar. de 1901.

Quando o Homem Estabelece Seu Julgamento Contra Deus, Resulta em Confusão — Ele, que trouxe o mundo à existência, não perdeu seu poder ou soberania. Ainda reina sobre o mundo. É sua prioridade expor seus propósitos; através de seu Filho, o mediador entre Deus e o homem, estes propósitos são executados e o Espírito Santo os torna eficazes. A terrível confusão no mundo tem se manifestado porque o caminho do Senhor não tem sido seguido e porque o homem estabeleceu o julgamento humano contra a lei de Deus, que criou o mundo. Os seres humanos têm-se lançado à tarefa de louvor e glorificação próprios, colocando-se acima da verdade e acima de Deus. Carta 141, 1902.

A Natureza, Apesar de Imperfeita, Revela Grandeza e Majestade de Deus — A existência de um Deus Pessoal, a unidade de Cristo com Seu Pai fazem parte do fundamento de toda a verdadeira ciência. Podemos ter apenas uma ideia imperfeita da grandeza e majestade de Deus a partir da natureza … Vemos a obra de seu poder e de sua sabedoria, mas Ele mesmo está além de nossa compreensão.

O oceano, as cataratas, as altas e fortes montanhas revelam apenas imperfeitamente a obra das Suas mãos. Satanás tem introduzido confusão e deformidade na criação de Deus. É necessário muito mais do que a natureza para revelar o caráter do Pai. MS 30, 1904.

Cornélio Não Esqueceu Deus em Sua Investigação da Verdadeira Ciência — Em nosso mundo, há muitos homens que são como Cornélio. Eles não são informados completamente com respeito à verdade deste tempo, e ainda, como fez Cornélio, temem a Deus, e seguem princípios de retidão. Em toda a esfera de ação eles trabalham em princípios que Deus aceita. Em todas as épocas houve homens devotos cujas vidas eram exemplo que outros podiam seguir. Eles deixaram um testemunho claro, puro e sem mácula pela verdade e justiça e em sua alta posição de responsabilidade, mesmo entre exímios homens do mundo, foram luzes brilhantes e radiantes. Nem todos os homens se esquecem de Deus em sua investigação da verdadeira ciência.

Assim como trabalhou por Cornélio, Deus trabalha por esses verdadeiros porta-estandartes, preparando o caminho para que estes tomem o lugar daqueles a quem fora dado o conhecimento da verdade da Bíblia, mas que desapontaram o Senhor, nosso Salvador. Estes homens serão verdadeiros aos puros e santos princípios em sua investigação das leis que regem nosso mundo. Como Cornélio, eles obterão conhecimento de Deus pela visita de anjos do Céu. E para que obtenham avançada luz, Deus os coloca em conexão com homens de elevado conhecimento a respeito de Sua Palavra.

Há homens de nobreza e influência a quem Deus chamará para Sua obra e os usará como Suas testemunhas, caso homens não consagrados não os influenciem através da lisonja e os exaltem como deuses. Carta 197, 1904.

Natureza: Um Livro Imperfeito de Deus — Mas conquanto seja verdade que Deus podia assim ser discernido na natureza, isto não favorece a afirmação de que depois da queda um perfeito conhecimento de Deus fosse revelado a Adão e sua posteridade no mundo natural. A natureza podia comunicar suas lições ao homem em sua inocência; a transgressão, porém, trouxe sobre a natureza uma desgraça, e interveio entre a natureza e o Seu Deus. Não tivessem Adão e Eva nunca desobedecido ao seu Criador, tivessem eles permanecido na vereda da perfeita retidão, poderiam ter conhecido e compreendido a Deus. Mas quando ouviram a voz do tentador e pecaram contra Deus, a luz das vestes da inocência celestial se afastou deles; e, separados das vestes da inocência, aconchegaram a si as negras vestes da ignorância a respeito de Deus. A clara e perfeita luz que até então os tinha circundado iluminava todas as coisas de que se aproximavam; mas, privados dessa luz celeste, a posteridade de Adão não pôde por mais tempo reconhecer o caráter de Deus em Suas obras criadas.

As coisas da natureza que hoje contemplamos dão-nos uma ideia muito pálida da beleza e glória do Éden; entretanto, o mundo natural, com voz inequívoca, proclama a glória de Deus … A natureza está repleta de lições espirituais para a humanidade … Mas a natureza não pode ensinara lição do grande e maravilhoso amor de Deus. Por isso, depois da queda, não foi a natureza a única professora do homem.

A lição mais difícil e humilhante que o homem tem que aprender é sua própria ineficiência ao confiar na sabedoria humana, e o fracasso certo de seus esforços para ler corretamente o livro da natureza. O pecado lhe obscureceu a visão, e de si mesmo não pode ele interpretar a natureza sem colocá-la acima de Deus. Não pode discernir nela a Deus, ou a Jesus Cristo, a quem enviou …

Os que possuem verdadeiro conhecimento de Deus não se tornarão tão obcecados com as leis da matéria ou as operações da natureza a ponto de passarem por alto, ou se recusarem a reconhecer a constante operação de Deus na natureza. A natureza não é Deus, nem jamais foi Deus. A voz da natureza testifica de Deus, mas a natureza não é Deus. Como Sua obra criada, ela simplesmente dá testemunho do Seu poder. A Divindade é a autora da natureza. O mundo natural não tem, em si, poder algum senão o que Deus lhe supre. RH, 17 de mar. de 1904, 1ME, págs. 290-293.

Sem a Bíblia Não Teríamos Uma História Autêntica do Nosso Mundo — Somos dependentes da Bíblia quanto a um conhecimento da história primitiva de nosso mundo, da criação do homem e de sua queda. Remova-se a Palavra de Deus, e o que podemos esperar senão ser deixados às fábulas e conjeturas, e ao enfraquecimento do intelecto, que é o resultado certo de se cultivarem erros?

Carecemos da autêntica história da origem da Terra, da queda de Lúcifer e da chegada inesperada do pecado ao mundo. Sem a Bíblia, seríamos confundidos por teorias falsas. A mente seria sujeita à tirania da superstição e falsidade. Estando, porém, de posse da autêntica história do princípio do mundo, não precisamos nos embaraçar com conjeturas humanas e teorias que não merecem confiança. RH, 10 de Novembro, 1904; 2MCP, pág. 742.

Jesus Cristo é Criador de todas as coisas — Aqueles que leem e ouvem os sofismas que prevalecem neste século não conhecem a Deus como Ele é, pois contradizem a palavra de Deus, exaltam e adoram a natureza em lugar do Criador. Mas, conquanto possamos discernir as obras de Deus nas coisas que Ele criou, essas coisas não são Deus. A voz da natureza é ouvida através da sua influência sobre os sentidos. Sua voz, a Palavra declarada é ouvida nos confins do mundo. A criação física testifica de Deus e Jesus Cristo como o grande  Criador de todas as coisas. “Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez. nEle estava a vida, e a vida era a luz dos homens” ao.1:3, 4). O salmista testemunha. “Os céus manifestam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes”. (Sal. 19:1-3).

O inculto pagão aprende suas lições através da natureza e de suas próprias necessidades, e insatisfeito com a escuridão, busca a luz, procurando a Deus em sua Primeira Grande Causa. Há registros em Gênesis das várias maneiras através das quais Deus fala com o ímpio. Mas o contraste entre a revelação de Deus em Gênesis e as ideias do ímpio é chocante. Muitos filósofos pagãos possuíam um conhecimento puro de Deus, mas a degeneração e a adoração às coisas criadas começaram a obscurecer este conhecimento. A obra das mãos de Deus no mundo natural — o sol, a lua, as estrelas — era adorada.

O homem de hoje declara que os ensinamentos de Cristo concernentes a Deus não podem ser fundamentados em coisas do mundo natural e que a natureza não está em harmonia com o Velho e o Novo Testamentos. Essa suposta falta de harmonia entre natureza e ciência não existe. A Palavra do Deus do Céu não está em harmonia com a ciência humana, mas em perfeito acordo com a ciência criada pelo próprio Deus.

Esse Deus Vivo é digno de nossos pensamentos, nosso louvor, nossa adoração, como o Criador do mundo, como o Criador do Homem. Nós devemos adorar a Deus, pois fomos espantosa e maravilhosamente criados. Nossa essência não Lhe era oculta, quando fomos feitos em segredo. MS 11, 1908.

Ideias Humanas Geralmente Contradizem a Palavra de Deus Porque o Homem Vê as Coisas do Ponto de Vista Humano — Separados de Cristo, somos ainda incapazes de interpretar corretamente a linguagem da natureza. A lição mais difícil e humilhante que o homem tem que aprender é sua própria ineficiência ao confiar na sabedoria humana e o fracasso certo de seus esforços para ler corretamente a natureza …

Deus permitiu que uma inundação de luz fosse derramada sobre o mundo, tanto nas ciências como nas artes; mas quando professos cientistas tratam estes assuntos de um ponto de vista meramente humano, chegarão certamente a conclusões errôneas. Os maiores espíritos, se não são guiados pela Palavra de Deus em sua pesquisa, desencaminham-se em suas tentativas de traçar as relações entre a ciência e a revelação. O Criador e Suas obras acham-se além de sua compreensão e visto que são incapazes de os explicar pelas leis naturais, consideram a história bíblica como indigna de confiança.

Os que duvidam da exatidão dos registros do Velho e Novo Testamentos serão levados a um passo além e duvidarão da existência de Deus; e então tendo perdido sua âncora, são abandonados a baterem de um lado para outro nas rochas da incredulidade. Muitos, quando são incapazes de medir o Criador e Suas obras por seu imperfeito conhecimento da ciência, duvidam da existência de Deus e atribuem infinito poder à natureza.

Na verdadeira ciência, nada pode haver que esteja em contradição com o ensino da Palavra; uma vez que procedem ambas do mesmo Autor. A verdadeira compreensão delas demonstrará sua harmonia. A verdade, quer na natureza quer na revelação, é coerente consigo mesma em todas as suas manifestações. Mas a mente que não é iluminada pelo Espírito de Deus estará sempre em trevas no tocante ao Seu poder. É por isso que as ideias humanas relacionadas à ciência tão frequentemente contradizem os ensinamentos da Palavra de Deus.

A obra da criação jamais poderá ser explicada pela ciência. Que ciência pode explicar o mistério da vida? A teoria de que Deus não criou a matéria ao trazer à existência o mundo, não tem fundamento. Na formação de nosso mundo, Deus não dependeu de matéria pré-existente. Ao contrário, todas as coisas, materiais e espirituais, surgiram perante o Senhor Jeová ao Seu comando, e foram criadas para o Seu próprio desígnio. Os céus e todas as suas hostes a Terra e tudo quanto nela há, são não somente obra de Suas mãos; vieram à existência pelo sopro de Sua boca … ST, 12 de maio de 1909, 3 TS, pág. 258.

O Conhecimento Científico Não se Interpõe entre a Alma e a Bíblia — Qualquer coisa, como orgulho em aprender, qualquer dependência sobre o conhecimento científico, que é colocado entre sua alma e as palavras da Bíblia, irá certamente fechar a porta do seu coração para a doce e humilde religião do meigo e manso Jesus. RH, 03 de agosto de 1911.

Em Muitas Escolas Fica a Impressão de que, se Homens Sábios Estão Certos, a Bíblia Pode Não Estar — Em muitas das escolas e das universidades da atualidade, as conclusões a que os sábios têm chegado como resultado de suas pesquisas científicas são cuidadosamente ensinadas e explicadas na íntegra; ao passo que se dá distintamente a impressão de que se estes eruditos estão certos, a Bíblia não pode ter razão. Os espinhos do ceticismo são dissimulados; são encobertos pela louçania e o verdor da ciência e da filosofia. O ceticismo é atraente para a mente humana. Os jovens veem nele uma independência que fascina a imaginação, e acabam sendo enganados …

A Palavra de Deus deve ocupar um lugar — o primeiro — em todo sistema de educação. Como poder educativo, ela é mais valiosa do que os escritos de todos os filósofos de todos os séculos. A luz da revelação brilha claramente no longínquo passado sobre o qual os anais humanos não lançam nenhum raio de luz. RH, 22 de agosto de 1912, FEC, pág. 542.

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